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Foi a minha estreia num concerto na Filarmónica de Berlim. Não era a orquestra local mas sim a Staatskapelle e Pierre Boulez, a interpretar a segunda de Mahler. E foi o que se esperava. É verdade tambem aquilo que se diz sobre a acústica da sala: É espantosa. Domingo vou ouvir a sétima (que já ouvi em Lisboa com o Eliahu Inbal) desta vez com Baremboim. Logo a seguir os Lieder eines Fahrenden Gesellen com o baixo-barítono Thomas Quasthoff. Berlim é bom é para estes programas.
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