Este é mais complexo. O estudo e a ideia já vinham de Berlim. Começou por ser um retrato do Britten com um outro tipo com uma trompa e um cãozinho tipo Datsun e deu nisto; quatro Watteaus, um pterodáctilografo e um psico-killer. Mede 200 por 240.
Querem títulos? Pensei em "Fossa das Marianas". Mede 30 por 24. Não tem nada a ver o sanque com violência doméstica. Eu até nem estava lá. Para dizer a verdade é tudo tinta.
Mede cerca de 50 por 40cm. Chama-se assim porque o acabei a ouvir o monólogo do segundo acto da Walküre e achei que tinha tudo a ver. Talvez queira isso dizer que Alberich é um dos peixes.
Mede 45x38cm. foi começado em Hildesheim e em Maio de 2006 achei que o tinha terminado (imagem pequena). No final de 2007 levou uma volta. Só sobrou, do anterior, a escancarada bocarra.
Não é York, nem Björk. É "Year". Está escrito atrás porque é uma das raríssimas pinturas à qual atribuí de início um título. Mede 200 x 240, coisa pouca. É uma caçada valente estilo Assurbanipal e ao mesmo tempo uma citação ao logo dos correios.
Eu sei! Não é nome que se chame a esta minúscula (24x30) e sublime coisa que pertence ao lote da que andavam in opera desde mil novecentos e carqueja. Para informação a paisagem serviu de fundo, numa versão já coberta pela actual, a um par de ladrões de corpos (mortos). Um tema bonito.
De pequeníssimas dimensões; apenas 30 por 24cm. Ando a pintar este quadro desde 2003... ou talvez muito antes. A tela comprei-a quando andava na ESBAL e já a pintei nessa altura. Na foto são difíceis de não notar os gorgulhos das camadas de tinta.