6.12.07

Alexandre Estrela apresenta:



Filmes experimentais. Cito o texto que me foi enviado "This intriguing and unique short film shows aspeechless encounter of 3 men and their strange experiences on sound and reverb selfsuficience." Parece-me bem.

5.12.07

É mais ou menos isto a que se pode chamar de tamanho decente


É mais ou menos isto mas com mais confusão ainda, rolamento de camadas de tinta, esguicho etc. Assinale-se um Metrass no canto inferior direito.

"Rubens is making me very drunk"


Champaigne (Philippe de) Também. Para usufruir de 9.0 de alcoolémia ou mais dirija-se à secção do século XVII no Museu de Belas Artes em Lyon.

Bunker Julie





Tríptico grande. Ainda foi planeado em Berlim no início deste ano e terminou agora salvo alguma coisa que me dê na cabeça. Mede ao todo 210 x 440. É-me muito difícil inventar histórias para este, por isso fica aqui esta nota seca, muito seca, de tralha. O ganso vem do Parsifal e o clarão vermelho do Ouro do Reno. O senhor da ponta não se chama Alberich nem a senhora Kundry; por isso tudo e em conclusão posso afirmar que este trabalho é semi-wagneriano. O urso a beber cerveja sou eu.

4.12.07

Pizz-Buin Forever!




Imagens da casa Pizz nos prémios EDP, em exposição no CACE Cultural (Central Eléctrica do Freixo) no Porto, até Janeiro. É uma casa (dis)funcional mobilada com cerca de 300 cópias de objectos de arte, desde Velasquez a Felix Rodriguez de la Fuente. Se elas não ganham...

Ópio Bombo







Literalmente bomba-se em Guimarães por estes dias. No dia 29 de Novembro abrem-se as festividades a que se chamam as "Nicotinas" em honra de São Nicotau, o padroeiro da Tabaqueira Nacional SA. Primeiro vem o enterro do pinheiro. Escolhe-se o maior do concelho e espeta-se o dito na terra ao mesmo tempo que os vimaranenses e alguns outros bombam até sangrar as mãos e (com sorte) romper as peles do bombo ou do tambor (caixa?). Tudo muito fálico. Naturalmente até hà uns anitos atrás isto não era coisa que se admitisse às mulheres fazer; romper peles de bombo?... nãão! Nunca! porque a coisa é de macho. Comem-se umas belas papas de sarrabulho (é assim que se escreve?) cheias de bom aspeto e vai-se por aí a espetar bombadas, pela noite fora a fazer um ribombanço infernal. A batida é sempre a mesma com três variações em binário, como nos motores, até cair-se para o lado.
A seguir são as Maçãzinhas. Nunca fui; acho que se tem que ter um cavalo e uma lança (outra vez) muito comprida. Espeta-se (muito imaginativo) uma maçãnzinha (em vimaranense diz-se maçánzinha) na ponta e oferece-se às donzelas do primeiro andar que as trocam por (presentes!). Tambem há um dia não indicado no calendário das festas chamado "roubalhéira".

24.11.07

ZDB a 23 de Novembro de 2007



Imagens da "residência". Um tríptico grande de um lado em finalização e mais três outros grandes iniciados. Ao fundo estão mais alguns de tamanho reduzido.

14.11.07

Experiencia Scanner/Polaroid (Hildesheim 2005)


É o Sr. Cão com uma espécie de Merzbau a fazer de fundo.

8.11.07

Mais Espanholas




Las Meninas, Maribárbola, Mari Trini, a infanta e os afins já antes de algumas correcções pontuais e do verniz; Este último deveria ser dado na vernissage, como o próprio nome da coisa indica, mas os imperativos da arte contemporânea obrigam a que não. Vai ser no dia anterior, a 16 de Novembro no Porto.

3.11.07

Cromos da Copla












Quem vir os últimos posts deste blogue a juntar ao seu novo visual, vai achar que passei-me definitivamente para o outro lado do Guadiana. Não. Ainda não. Mas porque foi a Conchita Piquer a escolhida para figurar em grandes estilos no cabeçalho deste "rincón" na net, resolvi fazer menção a outras cantoras de copla (Alberti e Lorca foram autores de muitas) da sua geração. E assim sendo em primeiro lugar vê-se Sara "Sarita" Montiel seguida de Juanita Reina, chamada devido também ao seu nome de "Rainha da Copla"; a preto e branco Estrellita Castro seguida de uma foto de corpo inteiro da grande Imperio Argentina e de Pastora Imperio. A seguir com uma guitarra, Nati Mistral e outra fotografia de Sara Montiel. Logo a seguir a Piquer seguida de uma fotografia onde se vê Lorca e Alberti com a bailarina Encarnación Lopez, mais conhecida por "La Argentinita" para não se confundir com a grande Império Argentina noutra fotografia. Depois em fundo a amarelo e no fim, Lola Flores.