O Arco das Tulherias, rufado de archotes. A Garde Nationale intervém para autuar todo e qualquer inimaginável meliante. A revolução sufoca-se na quantidade seca de efeitos atmosféricos.
Vignette Romântica. Algures à beira de um canal do Holstein um soldado dinamarquês retornado da guerra com a Prússia encontra o espectro da noiva que deixou para trás. A voragem da guerra vem quase sempre acompanhada de peste.
O fugitivo a fugir, foge dos guardas da penitenciaria de Caxias. O lago é o maior de monsanto, aquele cheio de lodo, peixes vermelhos de globos oculares inchados e cágados, muitos cágados.
Um Jacobino é apitado por um ovariano qualquer. Um transalpino, turista em estrita observância esconde-se por de trás de um adiamento do golpe. É a luta pela supremacia do "vós".
Um amigo do meu pai insistia frequentemente para eu fazer uma coisa qualquer sobre a lenda de D. Fuas no penedo da Nazaré. Irritam-me as "ilustrações excessivamente à figura do texto" mas como tinha este cartão iniciado há quase três anos e detesto deixar as coisas inacabadas resolvi terminar a ideia. Não está famosa.
Formigny, Crecy... uma cena com a soldadesca dos cem anos a massacrar um cavaleiro das dos trinta com um complexo, género "Stonehenge", ao fundo. Faz frio e já é outono. voltamos aos cartões.