6.6.09

A Morsa


















A Morsa. A Morsa é o melhor amigo do homem. Quando o perigo se aproxima a inefável Morsa faz sinais de luzes.

2.6.09

Ice Cream Man (nach,after,d'aprés Purcell)


O let me, let me, let me slee-ee-ee-p a-ga-a-a-ain...

31.5.09

Haydn 1809





















Fiz hoje e melhorei o artigo da Wikipedia sobre o senhor.

30.5.09

Esboço para Retábulo para Almagro

















O original deverá ter perto dos 4 metros de altura. Cada uma das palas laterais 2.80 metros de altura.


29.5.09

Trauma





















Fenómeno estranho. O último comentário é a ilustração do que pintei em 2002. Será uma tendencia inconsciente de associar a fotografia à decapitação? pde estar associado isto a umas fotografias que hà muitos anos fora-me mostradas pelo Diogpo Saldanha. Era uma particularmente que me fascinou (pelo horror). Uma daquelas execuções estilo oriental de grande cimitarra e um tremento esquicho de sangue projectado em frente. Que trauma!

Pornographe X-elles





















Regarde le passarinhô! tschakk! Voilá. Tête coupée.

28.5.09

A Europa

















Pois lá vai ela a galope na crise passando por piratas, a moloch-montanha e o insofismável camarão amigo. (cartão iniciado em 2007 e terminado agora).

27.5.09

Sonatina Pirosa


Estudo para pintura de 2oo8. O estudo foi finalizado já este ano

Non-authorized Biopic of the Heavenly Snake





















Cartão-froid de pequena dimensão. À espera de que os sapos ganhem asas e a grande síria se recolha ao boudoir.

26.5.09

Critica Espanhola a Exposição em Almagro (2007)



















Revista Descubrir El Arte nº103 (Ano IX)
Almagro/Galería Fúcares - Ambientes Mágicos

La pálida y recoleta galería manchega se apunta un buen tanto trayendo por primera vez a España a uno de los artistas más prometedores del momento en Portugal: Gonçalo Pena (Lisboa, 1967), com acreditada carrera como comunicador, profesor de Arte e ilustrador en diários y revistas lusas. Ésta de Fúcares es la segunda exposición individual de pinturas de este artista, con estúdio en Lisboa y Berlín, trás una primera en Oporto la pasada primavera. En ella, Pena nos descubre uma pintura muy colorista, casi fauvista, sin grandes contrastes de luminosidades y rescribiendo en ella una vez más un realismo muy personal, que parte de la pintura historicista para retorcela y yuxtaponerla en sus tradiciones. Son obras figurativas, muy vistosas –en toda la inmensidad del termino-, en las que abundan los collages, rebosantes de elementos críticos e irónicos, de ambientes mágicos y surrealistas, en los que inevitablemente emerge su impronta de ilustrador. Piezas que se recrean en representaciones ambientadas en la Naturaleza, com relecturas de la tradición naturalista italiana y de la escuela romântica inglesa.

Alfonso Castro
(A pintura não esteve na exposição mas é da época)